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Anúncios levam polícia a suspeita de vender canetas emagrecedoras em Campinas

A abordagem ocorreu durante entrega no Swiss Park, nesta terça (17), após monitoramento

18/03/2026 às 20h17 Atualizada em 18/03/2026 às 20h40
Por: Redação Fonte: G1 Campinas e Região
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Mulher foi presa em Campinas (SP) com 145 frascos de medicamento usado em canetas emagrecedoras, obtido no Paraguai e vendido sem receita na região — Foto: Reprodução/EPTV
Mulher foi presa em Campinas (SP) com 145 frascos de medicamento usado em canetas emagrecedoras, obtido no Paraguai e vendido sem receita na região — Foto: Reprodução/EPTV

Anúncios na internet levaram a Polícia Civil a prender, em Campinas (SP), uma mulher suspeita de vender canetas emagrecedoras trazidas do Paraguai. Ao todo, 145 frascos do medicamento e 21 celulares foram apreendidos.

A abordagem ocorreu durante entrega no Swiss Park, nesta terça (17), após monitoramento. Segundo a Polícia Civil, a mulher teria confessado que fazia a comercialização por estar desempregada.

De acordo com Marcel Fehr, delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), os medicamentos encontrados na residência da suspeita são proibidos de serem vendidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Ela disse que tem familiares na região de Foz do Iguaçu (PR) que mandam e compram para ela de forma muito mais barata, talvez até trazidos do Paraguai. A comercialização era feita aqui na região de Campinas, sem qualquer receituário”, disse Fehr.

Durante coletiva nesta quarta (18), o delegado comentou a apreensão ocorrida no mesmo dia em que uma farmácia de manipulação clandestina foi interditada na cidade, e destacou como a venda de medicamentos de forma irregular pode prejudicar a população.

“As pessoas talvez estejam um pouco iludidas com uma facilidade de se obter saúde ou de se obter um rejuvenescimento, uma estética, e fazem pesquisas na internet. Elas veem anúncios milagrosos, substâncias muitas das vezes que não têm aprovação da Anvisa, então elas acabam apelando por um sucesso imediato”, comentou.

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