
O empresário Luciano Hang criticou a liminar que obriga uma unidade da Havan em Rondonópolis (MT), a instalar assentos para funcionários do setor de vendas. Nesta quinta-feira (7), ele afirmou que recebeu a decisão com surpresa e disse que a empresa irá recorrer da medida na Justiça.
Segundo Hang, a determinação cria um tratamento exclusivo contra a varejista e desconsidera a dinâmica do comércio no país. O empresário afirmou que não vê exigências semelhantes sendo feitas a outras redes do setor.
– Essa é uma decisão ideológica travestida de Justiça. Nunca vi esse tipo de determinação sendo aplicada em supermercados, atacadistas ou lojas da concorrência. Parece que existe uma perseguição seletiva contra a Havan – afirma o empresário.
Hang também declarou que a empresa segue normas de ergonomia e segurança no ambiente de trabalho. De acordo com ele, os colaboradores possuem liberdade para pausas durante o expediente.
– A Havan sempre respeitou os colaboradores, cumprimos as regras de ergonomia, possuímos normas de descanso e damos liberdade para nossos colaboradores fazerem pausas ao longo da jornada. Transformar isso em uma ação judicial é um absurdo – completa.
O empresário ainda afirmou que a decisão judicial cria uma visão equivocada sobre o funcionamento das lojas da rede.
– Quem conhece o varejo sabe como funciona a dinâmica de uma loja. Essa liminar cria uma narrativa completamente distante da realidade e passa uma imagem falsa sobre o ambiente de trabalho da Havan – diz.
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